Perfil
Mirna de Lima Soares é jornalista. É formada em Comunicação Social, habilitada em Jornalismo, pelo Instituto Metodista de Ensino Superior (atual Universidade Metodista de São Paulo - SBC/SP). Começou a carreira em jornais de bairro, em São Paulo, ainda durante a faculdade. Passou pela Gazeta do Ipiranga e pela Gazeta de Santo Amaro, como revisora, secretária gráfica e repórter. Em Rio Preto, está desde 1993, quando foi contratada pelo extinto jornal A Notícia, como repórter de Cultura. Foi também repórter da Rede Record e, posteriormente, chamada para a editoria de Cultura do Diário da Região. Passou por praticamente todas as áreas dentro do jornal, onde permaneceu por sete anos e três meses: Cidades, Carro, Cultura, Diarinho, Economia, Esportes, Especial, Geral, Informática, Mundo, Política e Turismo. Como editora-assistente, esteve em Cultura e Política. Comandou como editora o caderno Cidades, Carro, Diarinho, Especial, Geral, Informática, Mundo, Turismo e Política, tendo também assinado a coluna Politiká. Foi por três anos correspondente da Agência Estado, uma das principais agências de notícias do Brasil, e já revisou mais de 50 livros para editoras de Rio Preto e São Paulo. Em 2003, foi coordenadora de Comunicação (site, programa de TV "O Tópico" e assessoria de imprensa) do Festival Internacional de Teatro de Rio Preto. Em 2004, trabalhou na campanha política de Rio Preto, onde - entre outras funções - redigiu o programa de governo do candidato eleito. Foi também assessora de comunicação da Secretara de Saúde e Higiene de Rio Preto, cargo no qual permaneceu por dois anos. Foi ainda aassessora de gabinete da Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura de São José do Rio Preto. Atualmente, é assessora de Comunicação da deputada estadual Beth Sahão (PT).
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Domingo, Setembro 28

PRA FICAR ESPERTO
Pelo que pude perceber, a mudança mais vai atrapalhar que facilitar a escrita. De bate-pronto, digo que não gostei. Vamos ver mais para frente.

A questão é que em outras ocasiões o Brasil assinou acordo com outros países de língua portuguesa e só o Brasil seguiu à risca as mudanças. Assim não vale. Vamos ver desta vez.

Lula assina acordo ortográfico da língua portuguesa amanhã

Colaboração para a Folha Online
da Agência Lusa


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assina amanhã o acordo de padronização ortográfica entre os países da língua portuguesa na sede da ABL (Academia Brasileira de Letras), no Rio. A escolha da data acontece como uma homenagem ao escritor Machado de Assis, que completa 100 anos de morte amanhã.

A reforma ortográfica vem sendo discutida desde 1990 pelos países que integram a CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa): Brasil, Portugal, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau e Timor-Leste.

O Brasil será o primeiro país a implementar as regras oficialmente, marcada para acontecer em 1º de janeiro de 2009, com um prazo para concluir até o início de 2013. O decreto determina que nos quatro anos de transição sejam aceitas as duas formas.

As mudanças devem atingir aproximadamente 0,5% das palavras adotadas no Brasil. Nos demais países, as alterações podem alcançar 1,6%. As mudanças mais significativas estão relacionadas à acentuação de palavras, incluindo a extinção do trema.

A assinatura do decreto contará com a participação dos embaixadores de Portugal, Moçambique e Angola. Também participam da solenidade os ministros Fernando Haddad (Educação), Juca Ferreira (Cultura) e o governador do Rio, Sérgio Cabral.

Novas regras

O acordo incorpora tanto características da ortografia utilizada por Portugal quanto a brasileira. O trema, que já foi suprimido na escrita dos portugueses, desaparece de vez também no Brasil. Palavras como 'lingüiça' e 'tranqüilo' passarão a ser grafadas sem o sinal gráfico sobre a letra 'u'. A exceção são nomes estrangeiros e seus derivados, como 'Müller' e 'Hübner'.

Seguindo o exemplo de Portugal, paroxítonas com ditongos abertos 'ei' e 'oi' --como 'idéia', 'heróico' e 'assembléia'-- deixam de levar o acento agudo. O mesmo ocorre com o 'i' e o 'u' precedidos de ditongos abertos, como em 'feiúra'. Também deixa de existir o acento circunflexo em paroxítonas com duplos 'e' ou 'o', em formas verbais como 'vôo', 'dêem' e 'vêem'.

Os portugueses não tiveram mudanças na forma como acentuam as palavras, mas na forma que escrevem algumas delas. As chamadas consoantes mudas, que não são pronunciadas na fala, serão abolidas da escrita. É o exemplo de palavras como 'objecto' e 'adopção', nas quais as letras 'c' e 'p' não são pronunciadas.

Com o acordo, o alfabeto passa a ter 26 letras, com a inclusão de 'k', 'y' e 'w'. A utilização dessas letras permanece restrita a palavras de origem estrangeira e seus derivados, como 'kafka' e 'kafkiano'.

Dupla grafia

A unificação na ortografia não será total. Como privilegiou mais critérios fonéticos (pronúncia) em lugar de etimológicos (origem), para algumas palavras será permitida a dupla grafia.

Isso ocorre principalmente em paroxítonas cuja entonação entre brasileiros e portugueses é diferente, com inflexão mais aberta ou fechada. Enquanto no Brasil as palavras são acentuadas com o acento circunflexo, em Portugal utiliza-se o acento agudo. Ambas as grafias serão aceitas, como em 'fenômeno' ou 'fenómeno', 'tênis' e 'ténis'.

A regra valerá ainda para algumas oxítonas. Palavras como 'caratê' e 'crochê' também poderão ser escritas 'caraté' e 'croché'.

Hífen

As regras de utilização do hífen também ganharam nova sistematização. O objetivo das mudanças é simplificar a utilização do sinal gráfico, cujas regras estão entre as mais complexas da norma ortográfica.

O sinal será abolido em palavras compostas em que o prefixo termina em vogal e o segundo elemento também começa com outra vogal, como em aeroespacial (aero + espacial) e extraescolar (extra + escolar).

Já quando o primeiro elemento finalizar com uma vogal igual à do segundo elemento, o hífen deverá ser utilizado, como nas palavras 'micro-ondas' e 'anti-inflamatório'.

Essa regra acaba modificando a grafia dessas palavras no Brasil, onde essas palavras eram escritas unidas, pois a regra de utilização do hífen era determinada pelo prefixo.

A partir da reforma, nos casos em que a primeira palavra terminar em vogal e a segunda começar por 'r' ou 's', essas letras deverão ser duplicadas, como na conjunção 'anti' + 'semita': 'antissemita'.

A exceção é quando o primeiro elemento terminar e 'r' e o segundo elemento começar com a mesma letra. Nesse caso, a palavra deverá ser grafada com hífen, como em 'hiper-requintado' e 'inter-racial'.

postado por MIRNA DE LIMA SOARES 8:19:51 PM
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