Perfil
Mirna de Lima Soares é jornalista. É formada em Comunicação Social, habilitada em Jornalismo, pelo Instituto Metodista de Ensino Superior (atual Universidade Metodista de São Paulo - SBC/SP). Começou a carreira em jornais de bairro, em São Paulo, ainda durante a faculdade. Passou pela Gazeta do Ipiranga e pela Gazeta de Santo Amaro, como revisora, secretária gráfica e repórter. Em Rio Preto, está desde 1993, quando foi contratada pelo extinto jornal A Notícia, como repórter de Cultura. Foi também repórter da Rede Record e, posteriormente, chamada para a editoria de Cultura do Diário da Região. Passou por praticamente todas as áreas dentro do jornal, onde permaneceu por sete anos e três meses: Cidades, Carro, Cultura, Diarinho, Economia, Esportes, Especial, Geral, Informática, Mundo, Política e Turismo. Como editora-assistente, esteve em Cultura e Política. Comandou como editora o caderno Cidades, Carro, Diarinho, Especial, Geral, Informática, Mundo, Turismo e Política, tendo também assinado a coluna Politiká. Foi por três anos correspondente da Agência Estado, uma das principais agências de notícias do Brasil, e já revisou mais de 50 livros para editoras de Rio Preto e São Paulo. Em 2003, foi coordenadora de Comunicação (site, programa de TV "O Tópico" e assessoria de imprensa) do Festival Internacional de Teatro de Rio Preto. Em 2004, trabalhou na campanha política de Rio Preto, onde - entre outras funções - redigiu o programa de governo do candidato eleito. Foi também assessora de comunicação da Secretara de Saúde e Higiene de Rio Preto, cargo no qual permaneceu por dois anos. Foi ainda aassessora de gabinete da Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura de São José do Rio Preto. Atualmente, é assessora de Comunicação da deputada estadual Beth Sahão (PT).
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Quarta-feira, Agosto 31

Divulgar conversas "grampeadas" é crime

Carlos Chaparro
Comunique-se


O XIS DA QUESTÃO - É coisa impensável, para qualquer jornalista, ter em mãos, sem divulgar, transcrições de conversas telefônicas com enorme poder de desarrumação política, como essas que estão vindo a público, na atual crise. Mas vulgarizar e valorizar a transcrição de gravações de origem criminosa, ou que estão sob segredo de justiça, pode ser uma escolha de altos riscos para a democracia.

1. Lei afrontada

Em tempos de emoções políticas movidas a transcrições jornalísticas de conversas telefônicas "grampeadas" (às vezes de forma clandestina, outras, com a devida autorização judicial), proponho uma reflexão sobre o assunto. Começando pelos limites legais.

A lei maior, no Inciso XII do Artigo 5º da Constituição do Brasil, estabelece que "(...) é inviolável o sigilo de correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial, nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal".

A Constituição brasileira determina, portanto, que o sigilo das comunicações telefônicas é inviolável, salvo sob autorização judicial. A lei civil reguladora desse direito (Lei 9.296, de 24 de Julho de 1996) diz que, quando a ordem judicial ocorre, o conteúdo das gravações passa a ser segredo de justiça (art. 1º e art. 8º). E considera crime a quebra do segredo de justiça (art. 10º), com pena prevista de dois a quatro anos de reclusão, e multa.

Para as gravações clandestinas, há, além disso, a objetividade do Código Penal, que considera imputável de pena (de um a seis meses de prisão, ou multa) "quem indevidamente divulga, transmite a outrem ou utiliza abusivamente (...) conversação telefônica entre outras pessoas". (art. 151, parágrafo 1º).

Violar o sigilo telefônico era coisa da ditadura militar. A ditadura se foi, mas ficaram os "arapongas", especialistas em "grampear" telefones alheios. Gente e costumes do mundo do crime.

Não se trata de questão simples. É coisa impensável, para qualquer jornalista, ter em mãos, sem divulgar, transcrições de conversas telefônicas com enorme poder de desarrumação política, como essas que estão vindo a público, na atual crise. Mas vulgarizar e valorizar a transcrição de gravações de origem criminosa, ou que estão sob segredo de justiça, além de cômodo (porque dispensa a investigação jornalística), pode ser uma escolha de altos riscos para a sociedade, mesmo em casos como os que recheiam a atual crise, que envolvem situações de possível improbidade governamental e partidária. Estão em causa valores essenciais à sobrevivência democrática.

No mínimo, isso deveria ser discutido, e não apenas pelos jornalistas.

2. Dúvidas e convicções

Para discutir a questão das gravações criminosas, e sua divulgação jornalística, promovi há tempos, na USP, um seminário, reunindo especialistas em legislação e em jornalismo.

Do debate afloraram três idéias principais:
- O jornalista não é um cidadão diferente; por isso, está obrigado a cumprir a lei, e a lei brasileira é clara, quando proíbe não só a gravação de conversas telefônicas, mas também a sua divulgação.
- A interpretação da lei está sujeita às subjetividades dos entendimentos particulares, sempre carregados de nuanças morais e/ou ideológicas, nas circunstâncias específicas de cada situação.
- Há complexidades novas na cultura humana e na democracia, em geral, e na cultura jornalística, em particular, produzidas pela revolução tecnológica, que tornam frágeis todas as fronteiras, inclusive as que protegem a intimidade.

Quem defende, como legítima, a divulgação de conversas telefônicas, mesmo quando gravadas com procedimentos criminosos, usa dois argumentos principais:

1) O interesse público determina as razões do agir jornalístico, prevalecendo, portanto, sobre o direito aos sigilos da privacidade;
2) Os chamados "homens públicos", por sê-lo, perdem o direito à privacidade, para merecerem da sociedade o tratamento de confiáveis.

Como nenhuma lei estabelece limites particulares à privacidade dos homens públicos, "delega-se" à consciência do jornalista, e às suas convicções éticas e morais, a decisão de divulgar ou deixar de divulgar, tendo em vista o interesse público, abstração que todos citam mas ninguém define.

Do debate restaram algumas dúvidas, que ainda hoje podem ajudar a organizar um oportuno debate:
- Por que e em quê um ministro, um deputado, um senador ou um presidente da República, têm, no que se refere ao cumprimento da lei, responsabilidades maiores do que um jornalista, um empresário, um profissional liberal ou um trabalhador operário?
- Como reagiria o jornalista divulgador de conversas gravadas se alguém interessado "grampeasse" seus telefones e depois revelasse as conversas gravadas, oferecendo, como motivo, a descoberta de revelações de interesse público?
- Por que, estando em jogo direitos de cidadania indisponíveis, o Ministério Público tem conduta omissa, e até transgressora, em favor de práticas jornalísticas que afrontam a lei em vigor?
- Não haverá casos em que a divulgação oportunista de gravações telefônicas mais atrapalha do que ajuda a investigação criminal?
- Se a legislação que protege o sigilo telefônico existe e não é usada ante as violações, até que ponto o desuso a condena à obsolescência, tanto quanto o direito que ela protege?

Ao lado dessas e de outras dúvidas, permaneço fiel a duas convicções:
1) O jornalismo e os jornalistas têm um compromisso fundamental com o aperfeiçoamento da sociedade, e em função desse compromisso devem agir, mesmo quando decidem transgredir a lei;
2) A inviolabilidade dos sigilos da privacidade está intimamente associada à plenitude da liberdade, e por isso há que preservá-la como valor prioritário, confiando-se à Justiça, como determina a Constituição e a lei civil, o poder de quebrar esse sigilo, e apenas para fins de investigação criminal ou instrução processual penal, hipóteses em que se configurariam ganhos sociais justificadores.

3. Interesse Público

Recorto, por fim, a questão do interesse público.

O interesse público configura-se e fundamenta-se no projeto político da sociedade - no caso brasileiro, o projeto de uma sociedade livre, justa, solidária, capaz de erradicar a pobreza, a marginalização e as desigualdades sociais; uma sociedade sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer formas de discriminação; uma sociedade que acredite na prevalência dos direitos humanos, na paz, na solução pacífica dos conflitos, e que lute pelo progresso na humanidade.

No projeto político brasileiro, configurado na Constituição em vigor, são garantidos aos cidadãos - sejam eles presidentes da República, ministros, jornalistas ou varredores de rua - os direitos à vida, à liberdade, à dignidade, à igualdade, à segurança, à propriedade, à informação, à manifestação do pensamento e à livre expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação.

No bojo desses direitos fundamentais de cidadania está a inviolabilidade de coisas como a liberdade de crença e consciência, a intimidade, a vida privada, a honra, a imagem, a casa, a correspondência - bem como a inviolabilidade das comunicações telefônicas.

O interesse público expressa-se e realiza-se na afirmação dos direitos individuais e coletivos. Também está, portanto, na inviolabilidade do sigilo telefônico.

Não há, entretanto, como deixar de reconhecer que, graças às possibilidades criadas pelas novas tecnologias, tornou-se possível algo que jamais se conseguira no Brasil: chegar à identificação de ladrões do dinheiro público, enquadrá-los nas penas da lei com provas dos crimes praticados e, com a divulgação ampla dessas histórias (inclusive com a transcrição ilegal de gravações), produzir uma discussão pública que reelabora a fé na democracia.

Ainda assim, não há como fugir ao debate em torno da pergunta essencial:
Será que convém à sociedade, e representa um avanço, o vilipêndio do preceito constitucional que considera "(...) inviolável o sigilo (...) das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial, nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer (...)"?

postado por MIRNA DE LIMA SOARES 7:24:32 PM
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Terça-feira, Agosto 30



Mais um corintiano

A família está em festa. Nasceu mais um corintiano, paulistano. É o meu sobrinho Vinícius, primeiro filho do meu irmão Douglas e da cunhada, Roberta.

Comentários
Muita saúde, Vinícius. Que venha trazer boas energias ao nosso Corinthians...

Augusto Fiorin | Homepage | 31-08-2005 09:39:23

Oi, Mirna, tudo bem!!! Parabens pelo seu sobrinho é sempre bom ganhar um presente maravilhoso igual a esse... Pena que tão novinho ja tem esse carma de ser Corinthiano...Mas brincadeiras a parte, muita saude e paz para esse garotão...

Fabiano | 05-09-2005 16:54:56

postado por MIRNA DE LIMA SOARES 5:24:37 PM
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Quinta-feira, Agosto 25

Novo site

Pessoal, a seguir, faço uma apresentação do layout do novo site. Dêem uma espiadinha.





















Comentários
Mirna
,
adorei seu blog... Admiro muito seu profissionalismo... Um grande abraço!!!!

Fabiano Gonzalo | 25-08-2005 08:00:53

É isso aí, "chefa". Ficou bonito. Agora é mão à obra e com grande responsabilidade de escrever decentemente com colegas de coluna pra lá de gabaritados. Um beijo, Richard

Ricardo Brandau | 26-08-2005 10:10:13

Olá Mirna,
Seu site tá prá de bão! Você é mesmo arretada, parabéns

Viana | Homepage | 27-08-2005 13:20:39

postado por MIRNA DE LIMA SOARES 12:10:37 PM
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Terça-feira, Agosto 23

Dica 1

Estive no Bar do Ceará dia desses e adorei. Comida boa a preço honesto. Tem aquelas máquinas de colocar música, como a gente vê nos filmes. O bar fica lá no Dom Lafayette. Vale conferir.



Dica 2

O secretário de Comunicação de Rio Preto, Ruy Sampaio, está com uma entrevista no blog que vale conferir. Ele falou com o jornalista e escritor rio-pretense Dib Carneiro, que também é editor do Caderno 2, do Estadão. Dib esteve em Rio Preto no Festival Internacional de Teatro 2003, lançando seu livro "Pecinha é a vovozinha", na entrada no Teatro Municipal. O jornalista, que é primo de outra jornalista, a Cecilia Demian, do Diário, fala com muito carinho da cidade. Passe pelo No Fronte.



Dica 3
Já que o assunto gira em torno de jornalistas, vou aproveitar para avisar que tem blog novo na parada. O jornalista Augusto Fiorin, assessor da Secretaria de Comunicação de Rio Preto, resolveu aderir ao mundo virtual e montou o Etfacto. Visitem.

postado por MIRNA DE LIMA SOARES 5:31:25 PM
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Domingo, Agosto 21

Enfim, um domingo legal na TV

Hoje, assisti à duas coisas na TV muito interessantes.

Uma delas foi o programa inteiro de Diego Maradona "Lo mejor del 10". A SPORTV reprisou o programa de estréia, aquele com Pelé, inteirinho. O ex-goleiro argentino Sergio Goycochea ajudou Maradona a conduzir a apresentação do último dia 15/8.

Em primeiro lugar, falemos da parte técnica do programa. O estúdio era impecável: multiuso (transformou-se numa quadra de futevôlei, para se ter uma idéia), amplo, cheio de tecnologia (o programa termina com Maradona entrando por uma porta que se fecha e sobe com o "deus" argentino, a la Planeta da Xuxa) etc., etc.

Mas o que mais me chamou a atenção é que nem de longe Pelé, o Rei do Futebol, terá o carisma de Maradona. Em seu país, realmente, o argentino é idolatrado, respeitado, amado, venerado e tantos outros "ados". Em comparação a Pelé, no Brasil, fica longe, hein!. Além disso, Maradona fez uma estréia em alto estilo. Só levou fera para o palco.

Outro fato interessante na TV foi a coletiva de Antonio Palocci, ministro da Fazenda, para explicar o envolvimento de seu nome em denúncias de corrupção. Palocci fez o que todo petista esperava desde o primeiro momento dessa crise política envolvendo o Partido dos Trabalhadores (PT). Não ficou acuado. Fez um rponunciamento e, depois, enfrentou mais de duas horas de perguntas de jornalistas de todo o Brasil. Respondeu uma a uma, com segurança e tranqüilidade.

Se falou a verdade, o tempo dirá. Mas a imprenssão que deu é de que não deve e, por isso, não teme. Leia a seguir uma das análises feitas pela analista política da Folha de São Paulo, Eliane Catanhêde.

Enfim, alguém reage

A crise política deixou Lula pequeno, isolado, perplexo. Mas, quando as denúncias chegaram a Palocci, o ministro da Fazenda cresceu, enfrentou, foi firme e convincente. Essa costuma ser uma diferença fundamental entre meros governantes e os estadistas, entre meros políticos e os líderes.

Palocci fez, enfim, o que Dirceu, Gushiken, Genoino e principalmente o próprio presidente da República deveriam ter feito desde o início: foi a público e defendeu-se categoricamente. Em vez de uma fala contrita ou chorosa, sem vida e sem argumento, o ministro fez um pronunciamento vigoroso e se submeteu a cerca de duas horas de perguntas livremente formuladas por jornalistas.

Respondeu uma a uma, com calma e segurança. Negou categoricamente a versão de seu ex-assessor Rogério Tadeu Buratti de que recebia R$ 50 mil de proprina na Prefeitura de Ribeirão Preto para entregar ao PT.

A reação tem efeitos imediatos muito importantes: ratifica a continuidade da política econômica, acalma a reabertura dos mercados amanhã, dá sobrevida ao governo e tira Lula, por enquanto, da mira principal. Além de deixar a oposição com apenas meio discurso.

A questão, porém, não pára aí. As investigações continuam, Buratti está vivo, sabe das coisas e apenas verbalizou o que há muito o mundo político comenta: que havia focos de corrupção em prefeituras petistas para abastecer os cofres do PT. No centro delas, a de Ribeirão Preto, com Palocci, e a de Santo André, com o prefeito assassinado Celso Daniel (aliás, a primeira opção para o Ministério da Fazenda de Lula).

Ou seja, hoje foi um grande dia para Palocci e para o governo, que saíram do isolamento e passaram a dar as cartas. Mas muita coisa ainda pode aparecer. O fundamental, agora, é que não surjam fatos ou provas que derrubem toda a força e a firmeza do ministro hoje. Entre ele e Buratti, um fala a verdade e o outro, a mentira. Os fatos e as provas é que vão desempatar o jogo.

Ou seja: o pronunciamento e a entrevista de Palocci foram o melhor momento do governo desde o início desse longo e tenebroso inverno de denúncias que atingiram a alma, os principais homens e a cúpula do partido de Lula. Mas a crise ainda está no meio. Nunca se sabe o dia de amanhã. E, o que é pior: as denúncias e as provas de amanhã.

Além disso, o Planalto não tem ainda como comemorar. A acusação de Buratti contra Palocci é apenas uma, entre um turbilhão de outras. E o Marcos Valério, as contas no exterior, o "mensalão", o Waldomiro, a cueca, o apartamento do Pizzolatto, o contrato da Telemar com o filho do presidente?

Palocci falou por ele. Mas as denúncias atingem a todo um partido e a todo um governo.


Eliane Cantanhêde é colunista da Folha. Escreve para a Folha On-line às quartas

E-mail: elianec@uol.com.br

Comentário
Mirna
,
A questão é que os argentinos (juro que não estou fazendo juízo e não é implicância, apenas observação empírica) têm verdadeira adoração por seus ídolos, como Gardel, Evita e Diego, tanto que até uma "religião" de seus adoradores existe. O brasileiro, com seu jeito mais escrachado, venera ídolos pontualmente e depois se "esquece" deles. Basta lembrar a comoção causada nas mortes de Getúlio, Tancredo e Senna, por exemplo. Mas à medida que os anos foram passando, eles viraram personagens históricos e, com rara exceções, apenas são lembrados no aniversário de sua morte ou de um título, no caso de Senna. E mantenho a convicção de que no futebol Maradona não fez metade do que Pelé. Quanto ao Palocci, a entrevista foi esclarecedora. Mesmo que esteja mentindo, ele veio a público rapidamente e aceitou ser questionado, mostrando firmeza e convicção, coisa que o chefe dele já deveria ter feito há muito tempo.

Ricardo Brandau

postado por MIRNA DE LIMA SOARES 4:44:27 PM
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Sexta-feira, Agosto 19



Cacau Show

O Cacau (secretário de Saúde Cacau Lopes) estará tocando hoje, dia 19, a partir das 20h30, no Babilônia. Aproveito para apresentar meu novo site. Convido a todos que estão sempre por aqui, visitando o blog, para ir até lá conhecer o site (www.mirna.com.br). Ele ainda não está finalizado. O layout está pronto. Mas faltam um ajustes. Foram quase dois anos gatinhando. Já são quase 20 mil acessos. É hora de enfrentar um novo desafio. Só que isso não é o mais importante. Estou/estamos mesmo querendo reunir uma turma para curtir. Esperamos todos por lá.

Comentários
Mirninha
,
Que Nossa Senhora dos Downloads traga boas coisas para o seu site!!!!
Que chique, heim?!!!

Se eu conseguir sair daqui, dou pulo lá!!!
Um beijo, um browse e um aperto de mouse!!!

Tatau

Mirna,
Nós agradecemos o convite de hoje a noite. Boa sorte com a estréia da
site.... vou acompanhar
Beijos

Leandra (Guaracho) e cia

Mirna,

Infelizmente não vai dar pra ir na festa amanhã (hoje), pois tem Brasileiro da Série B no
Sportv...rs...
Mas desejo toda a sorte do mundo pra você nesta empreitada.
Conte comigo.

Um beijo,

Richard (Ricardo Brandau, jornalista que será colunista no site)

postado por MIRNA DE LIMA SOARES 7:56:03 AM
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Quinta-feira, Agosto 18

Futebol

O secretário de Habitação de Rio Preto, Sérgio Camargo, anda saidinho. Mandou-me dois e-mails para comemorar a vitória do Santos sobre o Corinthians esses dias atrás. Isso não importa. Importa que o Corinthians é lider do campeonato. Mesmo assim, obrigada pela mensagem.

Mensagem
Mirna
,
Lamento pelo seu filho e por meus sobrinhos, mas a vitória santista foi exuberante graças às grandes jogadas de Giovani e a sombra de Robinho. Enfim o tabu continua...

Mirna,
ontem mandei um email falando da vitória do Santos sobre oCorinthians e esqueci de assinar. Hoje , além de assinar, lembro que ontem tivemos uma outra grande vitória sobre o Internacional.

Sergio Camargo

postado por MIRNA DE LIMA SOARES 6:12:51 PM
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20001

Acabo de garantir meus 20 mil acessos antes de virar site. Obrigada a todos que colaboraram com o sucesso do blog.

postado por MIRNA DE LIMA SOARES 5:47:59 PM
Comentários:



Festa do Cacau

O Cacau (secretário de Saúde Cacau Lopes) estará tocando amanhã, dia 19, a partir das 20h30, no Babilônia. Aproveito para apresentar meu novo site. Convido a todos que estão sempre por aqui, visitando o blog, para ir até lá conhecer o site (www.mirna.com.br). Ele ainda não está finalizado. O layout está pronto. Mas faltam um ajustes. Foram quase dois anos gatinhando. Já são quase 20 mil acessos. É hora de enfrentar um novo desafio. Só que isso não é o mais importante. Estou/estamos mesmo querendo reunir uma turma para curtir. Esperamos todos por lá.

Comentários
Mirninha
,
Que Nossa Senhora dos Downloads traga boas coisas para o seu site!!!!
Que chique, heim?!!!

Se eu conseguir sair daqui, dou pulo lá!!!
Um beijo, um browse e um aperto de mouse!!!

Tatau

postado por MIRNA DE LIMA SOARES 10:29:47 AM
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Notícias para Israel

Para quem acompanha a política rio-pretense, deve se lembrar bem do Israel Martins, ex-assessor do ex-vereador Márcio Ladeia (PT). Ele deixou recado no blog outro dia e só hoje fui ver. Ele pergunta como andam as coisas por aqui. Digo que andam tranqüilas, na medida do possível.

O cenário político, na verdade, nada mudou. Edinho Araújo (PPS), apesar da torcida, continua prefeito. Manoel Antunes, também apesar da torcida, continua ex-prefeito, escrevendo cartas e artigos quilométricos de manhã, à tarde e à noite para os jornais, para quem tiver paciência de lê-los até o fim. Para variar, o objetivo é sempre o mesmo, desferir ataques aos adversários, falar de compra de votos e sei lá mais o quê.

Eduardo Piacenti (PPS), como presidente da Câmara, se revelou. Para ter uma noção, na Festa/Procissão de Castores, ele e sua equipe de assessores montaram à beira da rodovia BR-153 uma barraquinha para distribuir cachorro-quente e refrigerante para os fiéis. Deve ser candidato no próximo ano.

Quanto às questões nacionais, o Israel deve estar acompanhando de perto. Aliás, deve estar sentindo na pele o desgaste que tudo isso está provocando aos petistas de carteirinha.

Acho que é isso. Se houve mais novidade, vamos contando.

Mensagem
Olá, Mirna,
Estou com saudades. Como andam as coisas por aí?
Mande um abraço para todos e todas

Israel | 09-08-2005 22:30:29

postado por MIRNA DE LIMA SOARES 10:07:01 AM
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Quarta-feira, Agosto 17


Maradona disse que a vida
lhe deu uma revanche


E a nobreza?

Quem convive diariamente com argentinos sabe muito bem do jeitinho de ser deles. Mas, na noite de estréia do programa "El Mejor De La Noche Del 10", com Diego Maradona, quem se comportou como um nobre foi o argentino. Pelé decepcionou em suas entrevistas pós-programa. O brasileiro não foi nada modesto quando perguntado quem era o melhor do mundo.

Pelé disse que a Argentina precisa decidir primeiro quem é o melhor da Argentina para depois verem quem é o melhor do mundo. "Uma hora, é Pelé ou Di Stefano?... Pelé ou Maradona? Daqui a pouco, é Pelé ou Tevez? Eles precisam decidir primeiro quem é o melhor da Argentina", disse, colocando-se sempre como o melhor do mundo, disputando com alguém.


Maradona retoca a maquiagem
durante os intervalos


Pelé também pisou na bola quando o jornalista brasileiro lhe falou que Maradona havia dito que ele estava diferente, mais aberto. Mais uma vez, o ex-jogador brasileiro mostrou-se nada modesto. Disse que ele continuava o mesmo, quem havia mudado era o Maradona.

De fato, Maradona estava em noite de graça. Mas Pelé não precisava tripudiar.

Comentário
Oi Mirna,
Com todo esse escândalo envolvendo o partido que tanto batia no peito para dizer que era ético, e que me fez brigar com familiares e amigos, eu prometi que iria deixar de discutir política para me ater a assuntos que dessem prazer. Portanto, me eximo de comentários sobre os aumentos a vereadores, secretários, prefeitos e vice.

Ao futebol, que é o que realmente interessa. Humildade nunca foi o forte do Pelé, mas não vejo tantos problemas nas declarações dele pós-programa. Aliás, a produção foi muito bem-feita, inclusive a paródia do desenho do Papa-Léguas, no qual Maradona, claro, leva vantagem (só esqueceram de um detalhe: ele ficou com a 10, mas o Pelé é o número 1...).

Com relação a quem é melhor, é até covardia. Maradona não chegou a 400 gols e Pelé fez o triplo. O brasileiro ganhou três Copas do Mundo e o argentino, uma (teriam sido duas se Menotti o tivesse chamado em 78). É como na guitarra. Jimmi Hendrix foi rei. Os demais, chegam a, no máximo, princípes. Maradona é um príncipe.

Ricardo Brandau | 17-08-2005 10:05:11

postado por MIRNA DE LIMA SOARES 7:51:50 AM
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Terça-feira, Agosto 16

Salários

Ontem, quando fiquei sabendo da correção dos salários de vereadores, secretários, prefeito e vice de Rio Preto, fiz as contas e estou até agora tentando entender a razão de vereadores terem 100% de correção; prefeito e vice, 50%; e secretários, 30%. Deve haver algum motivo justo para vereadores terem seus salários reajustados com índice acima dos demais.

Ah! Quero deixar claro que não sou contra o reajuste. Só quero entender a razão para essa diferença. Será que prefeito, vice e secretários trabalham menos que os vereadores? Ou será que seriam menos importantes?

Richard, explica aí.

postado por MIRNA DE LIMA SOARES 7:21:56 PM
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